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Sobre o Dunga e tal…

Posted in Esportes, Olhares with tags , , , on 01/07/2010 by Kilminster

Eu estava com muito pé atrás para torcer pela Seleção Brasileira nesta Copa. Não por nada, mas por não querer ver consagrado um técnico como o Dunga.

Dunga possui resultados incontestáveis à frente da equipe do Brasil, mas conseguiu isto fazendo com que o time brasileiro jogasse como se fosse a Alemanha. Muita força, aplicação tática, marcação e velocidade, mas sem ginga, sem criatividade nem aquela alegria tão característica do futebol brasileiro.

Ele gosta muito de dizer que o futebol se mede por resultados e que espetáculo não ganha jogo, no que ele tem razão, mas por outro lado, algumas seleções que encantaram o mundo, como a Hungria de 1954, a Holanda de 1974 e o Brasil de 1982 são lembradas até hoje pelo futebol que jogavam, ainda que isto não tenha se traduzido em títulos.

É aí que reside o “X” da questão. O valor que os times de Puskas, Cruyff e Falcão possuem, extrapola a necessidade de números para lhes dar legitimidade. O grande valor destas equipes é intangível. Não pode ser medido em qualquer unidade de medida. Estes times são reconhecidos por aquilo que eram, não pelo que conquistaram.

Aí, voltando à questão inicial, reparei que a Seleção Brasileira tem um retrospecto interessante no que se refere a consagrar técnicos medíocres. Foi assim com Zagallo em 1970 e Parreira em 1994. No time de 1970, se tivessem levado um bonecão de posto como técnico, o time teria sido campeão do mesmo jeito. Em 1994, a incompetência alheia se encarregou de facilitar a vida do Pé-de-Uva, (sem falar no estranhíssimo episódio do doping do Maradona).

Sendo assim, Dunga conta com este retrospecto a seu favor e pode muito bem se sagrar campeão. Então que seja!

Sobre a Copa

Posted in Esportes with tags , , , , on 18/06/2010 by Kilminster

Todos os jogadores da Coréia do Sul se chamam Park!!!

Os jogadores da Coréia do Norte são na verdade taiwaneses disfarçados.

O Parreira conseguiu a proeza de fazer a África do Sul jogar como o Brasil de 2006.

Maradona não é nem de longe o que se pode chamar de técnico, mas pelo menos leva os melhores jogadores.

Dunga é o que se pode chamar de um típico técnico de seleção brasileira. Teimoso, retranqueiro, escala jogadores péssimos e insiste em nos fazer jogar como se fossemos a Bélgica.

Se aguentar o Galvão já era difícil, imagine agora, com uma orquestra de vuvuzelas ao fundo.