Arquivo para guarda-chuva

Tráfego de Guarda-Chuvas

Posted in Olhares with tags , , on 01/07/2013 by Kilminster

Se você já andou por alguma rua do Centrão em dia de chuva sabe o drama que é a circulação de milhares de pessoas com seus guarda-chuvas abertos.

Urgentemente a CET precisa criar um código que regulamente o tráfego destes acessórios, que por trás da máscara de sua função primária, pode ser letal.

Seguem sugestões para regular o comportamento dos pilotos de guarda-chuvas:

1- Coberturas e marquises devem ser cedidas às pessoas sem guarda-chuva.

2- Pilotos não devem cobrir a visão com seu guarda-chuva, se for necessário por conta da direção da precipitação pluviométrica, deverá reduzir a velocidade evitando colisões.

3- Ao mover-se lateralmente, e fundamental olhar atentamente para evitar acertar a cabeça ou ombro de outro piloto. Convém lembrar que as varetas podem ser letais.

4- Ao cruzar outro guarda-chuva, o piloto mais alto deve erguer o seu enquanto o mais baixo inclina o seu suavemente para evitar os olhos outro. Em caso de pilotos de mesma estatura, cada um deve tomar a iniciativa de erguer o guarda-chuva, sempre atento à movimentação do colega.

5- Ao entrar em um local coberto, o piloto deverá parar, se possível ainda na soleira da porta, virar-se em direção à rua e fechar seu guarda-chuva, sacudindo-o para que o excesso de água não emporcalhe o chão.

6- Ao sair de um local coberto, o piloto deverá aproximar-se ao máximo da saída, erguer o braço o mais alto que puder e abrir o guarda-chuva, evitando fazê-lo de frente, atingindo demais transeuntes.

7- Para entrar em ônibus e demais transportes coletivos, o guarda-chuva deve ser fechado antes. Embora o piloto vá se molhar por alguns instantes, evitará desconfortos aos demais passageiros.

8- Carregue sempre um saco plástico para embalar o guarda-chuva usado.

guardachuvas

Perigo!

Posted in Viagens with tags , , on 09/04/2010 by Kilminster

A vida moderna nos trás muitos perigos, assaltos, acidentes e catástrofes como terremotos, deslizamentos e inundações. Porém, há outros perigos que muitos negligenciam mas que muitos danos podem causar à nossa integridade física e até à vida!

É fato consumado que pouquíssimos cidadãos estão atentos ao perigo que representa caminhar em uma rua do centro, especialmente as de calçadão, nos dias de chuva. Além dos escorregões e mergulhos em poças, um desatento transeunte pode ser cegado pela vareta de um guarda-chuva dos milhares de assassinos em potencial que muito lampeiros saem às ruas com suas sombrinhas macabras. Ainda mais assustador é perceber que a maioria desses maníacos são velhinhas que não passam de um metro e meio de altura.

Não obstante estes ataques covardes em dias de chuva, estas mesmas crudelíssimas senhorinhas, atacam suas vítimas impiedosamente nas feiras livres atropelando os pés dos pobres fregueses com seus carrinhos cheios de mandioca, batatas e laranjas.

Acha pouco? O que dizer então dos ataques que elas perpetram nos transportes coletivos? A despeito de terem o dia inteiro livre para transitarem por onde bem entendem, estas anciãs dão preferência aos horários de pico e nunca estão desarmadas. Sacolas, bolsas e pacotes diversos, sempre em dimensões acima do aceitável, são arrastados para lá e para cá desequilibrando e atingindo as canelas daqueles que por infelicidade se encontram à sua volta.

É uma calamidade, senhoras e senhores. Nunca se deu atenção a este assunto tão polêmico e continuamos vulneráveis a tais agressões. A omissão das autoridades é impressionante. Contamos apenas com nós mesmos para nos defendermos. Mantenham-se em alerta!

Inofensiva?