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Por que vale a pena ir assistir ao Paul McCartney?

Posted in Sons with tags , on 28/10/2010 by Kilminster

Porque ele tocou na banda mais importante de todos os tempos, que revolucionou não só a música, mas o comportamento de toda uma geração e por consequência de todas as posteriores.

Porque sua contribuição nos Beatles rompeu todas as barreiras do rock e da música pop, expandindo as possibilidades para todos os lados sendo influência direta ou indireta para tudo que veio depois.

Porque compôs uma boa quantidade de músicas absurdamente acima da média e mesmo algumas delas que foram compostas há quase cinquenta anos, soam mais modernas que os moderninhos que as copiam.

Porque a idéia do Sgt.Peppers Lonely Hearts Club Band foi dele.

Também porque ele se mantém na ativa desde 1900-e-lá-vai-pedrada, fazendo música em várias tendências e realizando shows por aí mesmo sendo um bilionário de quase setenta anos de idade. Detalhe, ótimos shows, com uma banda impecável e desempenho idem.

Ainda mais porque seus dois últimos álbuns, Chaos and Creation in the Backyard, (2005) e Memory Almost Full, (2007), seguramente figuram entre os melhores de sua carreira.

E acima de tudo porque ele é o Paul McCartney, um Beatle. A lenda acima das lendas que talvez só pudesse ser igualado por John Lennon e ao lado de quem é absolutamente insuperável.

 

Para alegrar o dia.

Posted in Sons, Tem Que Ouvir with tags , on 25/09/2009 by Kilminster

Dear Prudence

Dear Prudence, won’t you come out to play
Dear Prudence, greet the brand new day
The sun is up, the sky is blue
It’s beautiful and so are you
Dear Prudence won’t you come out to play

Dear Prudence open up your eyes
Dear Prudence see the sunny skies
The wind is low the birds will sing
That you are part of everything
Dear Prudence won’t you open up your eyes?

Look around round round
Look around round round
Oh look around

Dear Prudence let me see you smile
Dear Prudence like a little child
The clouds will be a daisy chain
So let me see you smile again
Dear Prudence won’t you let me see you smile?

Dear Prudence, won’t you come out to play
Dear Prudence, greet the brand new day
The sun is up, the sky is blue
It’s beautiful and so are you
Dear Prudence won’t you come out to play

The Beatles

Posted in Sons, Viagens with tags , , on 01/09/2009 by Kilminster

Raramente escrevo aqui sobre os Beatles, porque acho covardia escrever sobre uma banda que eu tenho tatuada no braço e que está tão impressa no meu DNA que seria impossível escrever alguma coisa relevante e que não soasse como opinião de fã. Mas pouquíssimas pessoas nesse mundo seriam capaz, não é verdade.

Minha banda ultimamente vem se dedicando a revisitar o repertório dos quatro rapazes de Liverpool e conforme vamos tocando as músicas, vai ficando cada vez mais evidente o quanto a obra deles é atemporal e principalmente salta aos ouvidos a qualidade do trabalho do quarteto inglês. Excetuando-se uma pequena parte da primeira fase, o dito iê-iê-iê, o resto parece ter sido composto nos dias de hoje.

Ainda que deixemos o aspecto mais vanguardista da banda de lado, sem os flertes com a música clássica e coisas que vieram a ser o que se chama de “rock progressivo”, basta executarmos as músicas mais roqueiras, sem sequer mudar os arranjos, com equipamentos mais novos e elas soam como se tivessem sido escritas ontem. As composições são consistentes e sobrevivem à passagem dos anos como se nada tivesse acontecido entre a criação delas até hoje.

É possível afirmar sem medo de errar que se o Revolver tivesse sido lançado hoje, cairia imediatamente nas graças do público e da crítica, afinal de contas, afinal, tudo que ouvimos como lançamentos, tem um pezinho, ou dois, lá no disquinho de 1966. E no resto da obra dos Fab Four também.

Músicas como “She Said, She Said”, “Tomorrow Never Knows”, Hey Buldog, “Rain” e até as de começo de carreira como “I’ll Be Back”, “Every Little Thing” e “Don’t Bother Me” poderiam constar em qualquer disco das “revelações” do novo rock sem soarem deslocadas.

Basta ouvir os discos para compreender por que a legião de fãs se renova e porque as novas bandas sempre se dizem influenciadas pelos Beatles. Prova de que o que é bom resiste ao tempo.

Tatoo