Arquivo para dezembro, 2012

O Fim do Mundo Acabou

Posted in Viagens with tags , , on 26/12/2012 by Kilminster
Confirmaram-se todas as previsões e o fim do mundo realmente acabou.
Passou se o 21.12.2012 e aqui estamos com nossa habitual falta de grana, contas a pagar, fatura do cartão com compras de natal e janeirão chegando com seus impostos.
Conforme apontado por diversas pessoas no facebook, já enfrentamos diversas situações de fim de mundo e todas elas passaram sem que grandes mudanças fossem percebidas.
Não foi no ano 2000 e nem em 2012. Me pergunto agora quando será o próximo fim do mundo.
Certos cientistas dizem que realmente o mundo começou a acabar, mas que o processo levará alguns milhares de anos, então nada com que tenhamos que nos preocupar.
Quando será que teremos mais um anúncio de apocalipse para que incautos se apavorem, malucos vendam tudo para morar em Alto Paraíso de Goiás esperando a nave mãe e doidões fiquem no vão livre do MASP pedindo ajuda à Presidenta?
Fim do mundo é diversão garantida, mas como tudo que é divertido, acaba rápido e mais uma vez o fim do mundo acabou.
Qual civilização antiga terá previsto o novo fim dos tempos?

Posted in Sons with tags , , on 24/12/2012 by Kilminster

E Daí?

Posted in Viagens with tags , , , on 18/12/2012 by Kilminster
E daí, se o mundo acabar?
Como diria Marcelo Nova, “ôôô criança… isso é só o fim”.
Se acabar, vai acabar e pronto, não tem com que se preocupar. Se não acabar, a gente continua tudo como era antes.
Agora, sacanagem é o mundo acabar na sexta-feira.
Se é pra acabar, que acabe na segunda, deixa a gente curtir o fim de semana, pelo menos.
Fala sério, você trabalha a semana inteira e na hora de tomar aquela cervejinha, vem o apócalipse.
Melhor seria acabar com o mundo logo após a reprise de Carga Explosiva II no Domingo Maior.
Antes que você tenha que colocar o despertador para tocar, puffff… o mundo acaba.
E sem crise, porque se você for observar uma apuração de votos dos desfiles de escola de samba, o trânsito ou a programação da TV aberta, vai achar que é melhor o mundo acabar, mesmo.
Enfim… seja lá o que for, tamos aê!

Pequenos Aborrecimentos

Posted in Viagens with tags , , on 17/12/2012 by Kilminster

– Quando você desce para pegar a pizza e volta no elevador cheio de vizinhos;

– Quando chove bem na hora que você vai sair para almoçar;

– Quando o vendedor fala “tinha, mas acabou;

– Quando você lava as mãos em banheiro público e não tem toalha de papel;

– Quando o metrô fecha as portas segundos antes de você chegar nele;

– Quando o garçom diz “pode ser Pepsi?”;

– Quando você ganha roupa de número errado no natal;

– Quando você acaba o banho e percebe que esqueceu a toalha;

– Quando você entra no carro, põe o cinto de segurança e percebe que tem um folhetinho de desentupidora preso no limpador de pára-brisas;

– Quando você deita pra dormir e percebe que esqueceu de fechar a janela da sala.

Baladas de Cortar o Coração

Posted in Sons with tags , , , , , , , , , , on 08/12/2012 by Kilminster

Escrevi outro dia que um dos grandes símbolos dos anos 80 era o saxofone. Fato…

Os anos 1980 foram marcados pelo fuééééénn dos saxofones, mundo afora. Mas há outra marca registrada que a música pop deixou nos 80’s, as Power Ballads.

Os anos 1970 já davam sinais deste fenômeno que chegou a perdurar pelos 1990, mas foi na década de 1980 que ele se consolidou e se expandiu para o mundo.

Em que consiste uma power ballad? Simples, é uma música romântica, por vezes bem melosa, geralmente de cortar o coração, mas que tem características de hard rock.

Meio que como tentando expandir o público, sabe qual é? Fazer as meninas gostarem da barulheira…

São aquelas músicas capazes de arrancar suspiros de corações recém apaixonados e lágrimas de corações recém partidos.

Daí começava com um dedilhadozinho, ou um teclado, sempre em tom dramático.

Depois a tensão ia aumentando, uma bateria explosiva e guitarras distorcidas no refrão, emoldurando o vocal agudo e sofrido e em seguida um solo cortante.

Pronto “os metaleiros também amam”.

A epítome das power ballads é a famosíssima “Still Loving You” dos Scorpions, (1984), Aliás, se tem algo que os Scorpions fazem com extrema competência, são as power ballads. Tudo o que uma destas tem que ter está aqui. É a Prima Donna da categoria.

Outro fantástico exemplar desta categoria é ‘I Want to Know What Love Is”, do Foreigner, (1984). Essa, além de todos os atributos descritos acima, ainda conta com um coro impressionante, consistindo em um dos melhores “everybody now” de todos os tempos.

O Whitesnake também é pródigo nesta categoria, tendo atingindo seu auge com “Is This Love”, (1987). Tudo lá: clima etéreo, dissonâncias, baixo pulsante, solo matador, vocal rouco e Coverdale fazendo cara de lindo. Perfeito para motéis.

O elemento que faltava veio com o Europe e sua “Carrie”, (1986), o nome de mulher. Quantas meninas não sonharam em ser a tal Carrie, hein?

No cerrar das cortinas da década de 80, o intrépido Winger lançou “Miles Away”, (1990), acrescentando uma pegada estradeira às power ballads. Não pode faltar em nenhuma coletânea do gênero.

E por fim, como falar deste assunto sem citar o Bon Jovi? Com “Never Say Goodbye”, (1987), e “I’ll Be There For You”, (1988), os americanos de New Jersey ganharam o mundo e os corações da mulherada. Quem resiste às Harmonias de Jon Bongiovi e Ritchie Sambora?

A título de curiosidade, cito aqui um caso de oportunismo, em que uma banda aplicou a fórmula para fazer uma power ballad e conseguiu soar tão autêntica quanto uma nota de R$3,50. O horrendo Century e sua “Lover Why”, (1985). Reparem como os franceses seguem cada passo de “Still Loving You”.