Campanha Para a Melhoria do Trânsito em São Paulo

Como bem sabemos, o transporte público paulistano não é capaz de proporcionar uma viagem rápida e com o mínimo de conforto para as pessoas. Logo muitas pessoas optam pelo carro.
Aí nos deparamos com diversos outros problemas: excesso de veículos, asfalto ruim, semáforos desregulados, ruas estreitas, obsolescência do sistema viário…
Quanto a isso, há pouco a se fazer, senão cobrar as autoridades para que cumpram seu papel. Por outro lado, há algo que podemos fazer imediatamente, que é uma radical reestruturação mental para o trânsito. A simples tomada de consciência de pequenos detalhes já pode melhorar muitas coisas.
Para melhorar o trânsito:
– Entenda que 60Km/h é 60Km/h e não 50 ou 40. Assim como 80 é 80 e não 60;
– Se você quer dirigir devagar, uma ótima notícia: foi criada especialmente para você a faixa da direita;
– Sinal verde significa “Vá logo, idiota. Tem gente atrás”;
– Em estreitamentos de pista, entra um de cá, um de lá, um de cá, um de lá, como uma engrenagem. É bem mais fácil;
– Caso haja algum acidente, não pare para olhar. Se quiser ajudar, encoste o carro e saia do caminho;
– Em colisões entre carros e motos, a moto sempre se ferra, portanto é óbvio quem deve tomar mais cuidado.
– Não reduza ao passar ao lado de caminhões. Quanto mais lerdo você for, maior a possibilidade dele sair encima de você, portanto agilize;
– Também não reduza quando houver alguém na perpendicular. Lembre-se, ele está só esperando você passar para atravessar, então ande logo;
– Se você vai entrar à direita, que tal já ir se posicionando com antecedência? O mesmo serve para entrar à esquerda;
– Entenda que o carro só faz o que você manda. Não há o que temer.

Uma resposta para “Campanha Para a Melhoria do Trânsito em São Paulo”

  1. Não tenho a menor dúvida de que estas medidas, se tomadas, melhorariam muito o trânsito da cidade.
    Por muito tempo, eu fui uma vítima do trânsito de domingo: eu trabalhava quase todos os finais de semana e, para poder aproveitar um pouco mais a família, adiava a saida de casa até o último minuto. Se, no caminho, encontrava algum motorista que, por estar passeando com a família, achava que todo mundo estava a passear também, o atraso era inevitável.

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