Amores Imperfeitos

Todos são. Não há um que seja como o nome da flor. Há percalços, discordâncias, retomadas.

Nenhum voa sempre em céus de brigadeiro. Há nuvens, ventos e neblina.

Nem sempre o mar é espelho d’água. Existem vagalhões, tempestades e monstros.

Lutamos contra os descompassos do tempo, as interferências e as impossibilidades.

A música se faz em compassos compostos, quebras de andamento e dissonâncias.

Vale é entender a condição e aceitar a instabilidade.

Mais do que amor de comercial de margarina, vale o que cresce nos conflitos, que se mantém nas intempéries e que no fim valeu a pena.

Curto, longo, eterno, impossível… seja o que for, menos perfeito.

Uma resposta to “Amores Imperfeitos”

  1. Fazia tempo que não visitava seu blog. Amei os últimos posts. O do metrô tá demais!

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