Arquivo para março, 2011

Coisas Para Lembrar Quando Ficar Velho

Posted in Momento Sr. Saraiva, Viagens with tags , on 31/03/2011 by Kilminster

–          Das 7:00 às 9:30 e das 17:00 às 19:00 o metrô é insuportavelmente cheio;

–          Nem todo mundo está aposentado;

–          Eu tenho o direito de andar devagarzinho, mas não tenho o direito de ficar no meio do caminho;

–          O melhor dia e horário para ir ao supermercado é segunda-feira pela manhã. Em outros horários não tenho o direito de reclamar de fila no caixa;

–          Bancos só abrem às 10:00, não adianta chegar mais cedo;

–          Ao dirigir, fique à direita em qualquer circunstância;

–          Se às 6:00 da manhã eu estiver acordado, devo caminhar um pouco, não pegar um ônibus;

–          Na feira não devo ficar parado ao lado da barraca com o carrinho atravessado no corredor;

–          Novidades tecnológicas podem ser compreendidas com um pouco de paciência e boa vontade, não custa tentar.

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Vá ao Teatro… Mas não me chame.

Posted in Viagens with tags on 30/03/2011 by Kilminster

A sentença utilizada para o título deste post foi emprestada de uma camiseta comercializada lá pelos anos 80 pela galera da então revista Casseta Popular e do Jornal Planeta Diário. Sim, eles mesmos que originaram o recém extinto Casseta e Planeta.

Era uma sátira mordaz à campanha que corria à época tentando convencer os brasileiros a frequentarem os teatros e prestigiarem as peças encenadas por este país afora.

Não sei por que não consigo gostar de teatro. Sei lá… Acho que é aquela coisa da interpretação exagerada, de gestos super marcados, voz impostada… Não consigo gostar de jeito nenhum.

Não chega a ser uma aversão, eventualmente até compareço a uma ou outra peça, geralmente a convite de alguém, mas não é um programa que vem a minha cabeça quando penso em me divertir.

Tem aquele lance “cabeção” que envolve o universo teatral que me desagrada imensamente, intelectualóides são desagradáveis em qualquer circunstância. Peças herméticas, difíceis de entender, propostas artísticas inalcançáveis de quem vive no mundo da lua. Ou ainda as coisas do Zé Celso, é capaz de fazer montagens da Vila Sésamo com todo mundo pelado e orgias o tempo todo.

No outro extremo, o besteirol e as ditas stand-up, que a mim soam saturadas e em boa parte das vezes sem graça. Piadas requentadas, escatologia e as chatíssimas piadas físicas que parecem querer fazer você rir à força.

Claro que deve ter muita coisa aí no meio termo, mas até chegar a esta conclusão eu já desisti. Definitivamente não gosto de teatro. Na minha lista de lazer tem um monte de coisas na frente.

Pisando em Ovos… de novo…

Posted in Momento Sr. Saraiva, Olhares with tags , on 29/03/2011 by Kilminster

O assunto é delicado e sabemos que nenhuma forma de preconceito ou racismo pode ser aceitável, justificável ou sequer tolerável. Entendemos também que a tolerância mediante o diferente deve ser adotada à priori, mas tem o outro lado da moeda.

Falo especificamente no caso de migrantes, sejam eles saídos de qualquer lugar para qualquer outro e em qualquer condição.

Pessoas buscam morar em lugares diferentes dos que nasceram pelos mais diferentes motivos e acredito que tenham o direito de faze-lo, assim como é de bom tom que os nativos da cidade destino o recebam bem.

Porém, há um aspecto a ser considerado neste caso, o migrante está chegando em um lugar novo, diferente do dele, onde há outros hábitos, outros costumes. Sendo assim, aquele que busca viver em outro lugar, deve se adaptar, se enquadrar nos códigos de conduta locais e tentar viver como vivem os nativos.

Não que o migrante deva abandonar sua identidade e sua cultura, maas, da porta de casa para fora a cultura é outra, os tratos são outros e a identidade é outra.

É bem sabido também que nenhum migrante consegue se integrar 100%, há uma resistência por parte dos nativos que pode variar de caso para caso, mas não há como negar que se o migrante se preocupar em falar o idioma local, prestar atenção em como as pessoas se tratam e imitar, não sair desfilando a praticar hábitos que sabidamente chocam a cultura local, ajuda!

Veja o caso do Brasil, todo brasileiro adora um gringo! Acha legal, divertido, quer conversar, saber quer entender como é lá, essas coisas. Se o cara for gente boa então, o brasileiro já vai querer estreitar os laços diplomáticos com a nação de seu amigo.

Então, em caso de migração, procure entender os locais, procure se integrar na medida do possível. Acredite, facilita! Se mostre disposto as adaptações e veja no que dá. Não é garantia de sucesso, mas afrontar é que não vai funcionar.

 

100

Posted in Esportes with tags , on 27/03/2011 by Kilminster

Smash It Up!

Posted in Viagens with tags , on 24/03/2011 by Kilminster

Aí num daqueles esforços que as empresas fazem para que seus funcionários esqueçam um pouco que trabalham demais e que talvez não ganhem tanto quanto mereçam, o pessoal aqui na ‘firma’ foi agraciado com o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho.

A ação mais evidente deste programa consiste nas massagistas contratadas para darem aquela amassada nos funcionários estressados.

Em princípio, uma maravilha, afinal de contas, quem não curte aquela paradinha de 15 minutos no trabalho para uma massagenzinha relaxante? O problema fica na distância entre a teoria e a prática.

Há de se ressaltar de que a quiroprática zen que aparece por aqui de vez em quando faz com que a gente se sinta leve, nas nuvens e com os ossos no lugar. A massagem é tão relaxante que é possível dormir durante o processo.

Mas eis que a outra mocinha, a que fazia a “quick massage”, dessas tão populares nos shoppings paulistanos, teve um problema de agenda e acabou por ser substituída.

Em seu lugar veio uma outra delicada mocinha que passou a aplicar na galera o chefe aqui definiu como “massagem de hipopótamo”. Imagine a Queen Latifah nervosa descontando em você… Então… é isso mesmo.

A mina desce a porrada, sem dó nem pena, no condenado que estiver deitado na maca. Não tem perdão. Primeiro ela te amassa como se você fosse massa de pão e ao final, baixa o sarrafo como se você fosse um marido bêbado chegando às três da manhã cheirando à perfume barato.

O intuito da massagem seria relaxar, mas aparentemente o efeito tem sido o contrário. As pessoas saem da salinha como se acabassem de ter tido um entrevero com o Anderson Silva.

Já foi dito à moça para pegar mais leve, mas o leve dela não é o nosso leve, então amiguinho, prepare-se para ser detonado!

Pensando bem, é relaxante sim. Quando acaba, a sensação de alívio é tão grande que talvez seja esse o propósito.

E aí, vai encarar?

Na Boa…

Posted in Momento Sr. Saraiva on 21/03/2011 by Kilminster

–         Lembre-se que você vai ter um tempão para guardar o bilhete único após cruzar a catraca, não pare ali atravancando todo o progresso;

         Se você vai descer em Itaquera, Barra Funda, Jabaquara ou Tucuruvi, você não precisa ficar parado na porta;

         O mesmo serve para elevadores. Se você desce no último andar, fique no fundo;

–         Em praças de alimentação e em restaurantes a quilo na hora do almoço ou janta, se você acabou de comer, pique a mula. As pessoas não estão paradas segurando as bandejas à toa. Para bater papo, vá tomar um café;

–         Em espetáculos com lugar marcado, você vai se sentar tranquilamente em sua poltrona, não precisa sair se debatendo logo que a porta abre. O mesmo vale para vôos;

–         Ainda sobre vôos, o que acontece que certas pessoas tem que ir ao banheiro no exato momento em que a acende aquela luzinha liberando o cinto de segurança?

St. Patrick’s Day

Posted in Viagens with tags , on 17/03/2011 by Kilminster

Nós aqui em terras tupiniquins temos o hábito de incorporarmos festas importadas. Temos algumas delas fazendo parte de nosso calendário, como o Helloween, ou se não a festa inteira, pelo menos na forma de festas já existentes, como a neve do Natal.

No entanto, a festa que mais valeria a pena incorporar ainda é restrita à iniciativa dos donos de Pubs Brasil afora, o 17 de março, St. Patrick’s Day.

O Dia de São Patrício é aquele em que os Irlandeses se vestem de verde, vão às ruas e tomam cerveja até verem leprechauns. O que pode ser mais divertido? Na minha modesta opinião isso é muito melhor do que botar uma fantasia esdrúxula e sair pedindo docinhos nas portas dos vizinhos. (Tá bom, vai… pras crianças é legal).

Segundo a popular wikipedia, o feriado em questão tem sua origem além de celebração ao padroeiro local,  um dia de celebração à cerveja! Pô, só aí já basta!

Celebrar a cerveja é o que liga!

Vamos iniciar uma campanha para o Governo Brasileiro instituir o dia 18 de março como feriado nacional! Celebremos a cerveja!

Comece fazendo sua parte e tome uma(s) hoje mesmo!!!