Arquivo para dezembro, 2010

Pinóquio Paradoxal!!!

Posted in Viagens with tags , on 30/12/2010 by Kilminster

Mas eis que me surge um doido aqui com uma idéia no mínimo curiosa, o “Paradoxo de Pinóquio”.

 

Pinóquio, como todos sabemos, é aquele bonequinho de madeira, construído pelo velho e bom Gepetto, que por obra da Fada Azul ganhou vida. Teve um desenho da Disney a seu respeito, sua sexualidade posta em dúvida no Shrek e só se ferrava naquele desenho japonês que passava nos anos 80, (quem não se lembra dele gritando “vovozinhoooooooooo”). 

Mas o “Paradoxo de Pinóquio” vem de sua principal e marcante característica, o fato de seu nariz crescer quando ele conta mentiras.

 

É o seguinte: Imagine que Pinóquio afirma “Meu nariz vai crescer agora”. 

Se ele estiver mentindo, o nariz dele vai crescer, maas, se o nariz dele começar a crescer, ele terá dito a verdade.

Por outro lado se ele estiver mentindo e o nariz dele não crescer, ele não apresentará sua principal característica, que é seu nariz crescer sempre que ele mente!!!

Enfim, tão inusitado quanto inútil, mas ótimo para se lançar em uma mesa de bar com algumas garrafas já secas.

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Sugestões de Ano Novo

Posted in Viagens with tags , on 29/12/2010 by Kilminster

Que seja criado o ISC – Imposto Sobre Chatice, para ser cobrado de pessoas como Galvão Bueno, Caetano Veloso, Jô Soares, Maria Gadú, Justin Bieber e etc…

Que haja uma inovação no carnaval fazendo com que as Escolas de Samba desfilem ao som de música clássica.

Que os participantes do Big Brother sejam equipados com revólveres durante o confinamento.

Que a maldição do Faraó Tutancâmon recaia sobre os compradores de ingressos para as Áreas VIP de shows de rock.

Que se passe a exigir diploma das duplas de Sertanejo Universitário.

Aê, Feliz Natal!!!

Posted in Viagens with tags , on 24/12/2010 by Kilminster

Unificação dos Títulos

Posted in Esportes with tags on 22/12/2010 by Kilminster

Embrulhando

Posted in Olhares, Viagens with tags , , on 22/12/2010 by Kilminster

Com a chegada do natal começa a correria. Vamos todos pra lá e pra cá para conseguirmos comprar presentes, preparar a ceia, ajeitar a decoração e participar de todos os amigos secretos e confraternizações da firma, da galera do futebol, de isso e de aquilo.

Porém no universo masculino esta época traz consigo uma das maiores dificuldades na vida de um homem: o embrulho!

Poucas coisas são tão complicadas para um homem do que fazer um embrulho de presente minimamente aceitável. E muito nos impressiona o talento das meninas para tal.

Talvez isso tenha a ver com o tão proclamado pragmatismo masculino, que faz a gente achar que o importante está dentro do pacote, mas mesmo com todo o lado rústico que compõe o “ser” masculino, sabemos que isso é importante.

Daí começa a luta. Papéis de embrulho simplesmente não obedecem. Eles insistem em ficarem enrolando e entrando na frente de nossas mãos quando tentamos prendê-lo com fita adesiva.

A fita adesiva é outra coisa bastante complicada. Na maior parte das vezes ela gruda em tudo, menos no lugar onde você queria. E quando elas grudam fora de lugar no embrulho e na hora que você puxa de volta ela arranca um pedaço do papel deixando aquela coisa branquinha e feia no papel lindo que você comprou?

Aí puxa daqui, estica dali, cola de lá, corta o durex no dente, corta uma pontinha e pronto. Lá está o embrulho… todo torto, com partes amassadas e parecendo que estava embaixo de um elefante.

Pra nossa sorte, hoje existem as abençoadas caixinhas e saquinhos, daqueles que é só jogar o presente dentro e pronto. E em muitos lugares desses há garotas contratadas especialmente para fazerem os embrulhos para nós, inaptos homens.

Baile de Formatura? Tô Fora!!!

Posted in Momento Sr. Saraiva, Olhares with tags , , on 21/12/2010 by Kilminster

Fim de ano, além de toda aquela coisa tradicional de natal e ano novo, tem mais um fator de felicidade, é a época em que todos se formam nos mais diversos cursos. Ensino médio, faculdades e até ensino fundamental.

E o que isso quer dizer? Quer dizer que no começo do ano seguinte teremos as inefáveis colações de grau e os sensacionais bailes de formatura.

Claro, as colações são muito pentelhas e até as piadinhas são repetidas geração após geração, mas nada supera o baile…

A comissão de formatura passa o ano tentando arrecadar verbas de tudo quanto é lado para conseguir alugar salão, pagar banda, buffet e tudo mais que está envolvido na parada.

Aí chegado o esperado dia do baile, todos, formandos, parentes, convidados e bicões se metem nas roupas mais desconfortáveis que possuem e vão animadamente para a dita festa.

Mas todo baile de formatura é uma grande sensação de “dejá vu” nada ali é novo. Tem as gravatas engraçadinhas, os vestidos exagerados, os sapatos envernizados, gel no cabelo, penteados artísticos, vestidos mais curtos do que o permitido pela forma física de sua ocupante, as garrafas de uísque clandestinas, os salgadinhos murchos, a cerveja quente, o ar condicionado insuficiente e a banda.

Geralmente as bandas tem um nome estranho, misturando palavras e números, às vezes em trocadilhos infames como Opus 6, ou então mais tradicionais como Dimensão 5. Mas não faz a menor diferença, porque todas elas tocam exatamente a mesma coisa. Pode ver… quase não muda.

Enquanto os convidados chegam, rola aquele som ambiente, aí vem um incrível show de luzes e a banda começa. Musiquinhas easy listening, com ênfase nas “Divas” berrantes da música americana.

Depois, alguns boleros e canções batidas do Frank Sinatra, (leia-se New York, New York).

Daí pra frente, aquele insuportável medley de rock dos anos 50, (que todos chamam de “anos 60”), do Jive Bunny. Essa coisa já está gasta, toca há mais de 20 anos em todos os bailes, mas não falha. Segue a dobradinha “La Bamba/Twist and Shout” e Whisky A GoGo, com seu constrangedor ‘hey-ho’… E todos na pista, garotas, (ou nem tanto), descalças e rapazes com gravatas na testa, adoram. Um pouquinho de disco music, sem esquecer I Will Survive e pronto.

Só a partir desse momento é que as mudanças ocorrem nos bailes de formatura, mas não pense que isso é positivo. Não, é apenas a substituição do pior da música ultrapop do semestre passado para o pior da música ultrapop desse mês. Aí vêm os Funks, os últimos sucessos do setanejo universitário, (Universitário? Será que alguém fez faculdade de viola ou sanfona?), a última da Ivete e da Claudinha Leite.

Confesso que nunca esperei chegar nesse ponto. A hora de ir embora é muito antes disso.

Mas gostaria que alguém me explicasse como é que as pessoas frequentam este tipo de festa ano após ano e ainda conseguem gostar?

Vendo o Paul Pela TV

Posted in Olhares, Sons with tags , on 21/12/2010 by Kilminster

Ontem, 19/12/2010, quase um mês depois, vi finalmente o show que Paul McCartney fez em São Paulo pela TV. No dia dos shows, estive presente no estádio conferindo a lenda das lendas tocando ao vivo.

A avaliação do show após ver ali, ao vivo, é fundamentalmente carregada de emoção, afinal de contas, a presença de um beatle por si só já suscita tantos sentimentos que é quase impossível se fazer uma avaliação imparcial do show. Aquelas músicas que ele toca, estão tão impregnadas em nossas vidas, que como observa Paul Stanley, do Kiss, muitas vezes nos fazem chorar sem que saibamos por que.

Mas de volta ao meu sofá e já tendo absorvido o impacto de ver Paul ao vivo, a percepção é outra.

Muito embora o que foi exibido pelo canal a cabo Multishow tenha sido um compacto muito chinfrim, foi possível se ter uma boa idéia do que foi a performance de Sir Paul.

E então qual a conclusão? A conclusão é que um show do ex-beatle não tem erro. É o que se chama em corridas de cavalos de barbada. A competência extrema da banda e de Paul, aliada ao repertório infindável de clássicos, garantem a qualquer um a qualquer hora um show memorável.

Apesar de em alguns momentos demonstrar que algumas notas já não saem com aquela naturalidade, o velho Macca, de 68 anos de idade, ainda canta muito bem, sem ter que descaracterizar as músicas ou baixar o tom. Seu contrabaixo é perfeito, assim como o piano e a energia no palco, se já não é a de um jovem, é compensada com muito carisma e com toda a experiência que os mais de cinquenta, (!!!), anos de carreira conferiram ao lendário beatle.

Portanto, ao conferir pela TV o show que eu tinha visto no estádio, concluí que a apresentação foi incrível, ainda que despida da emoção de “estar lá”. Um show como poucos podem fazer.