Sabbath Bloody Sabbath

Um disco no mínimo diferente. Era um momento em que o Black Sabbath passava a experimentar com outros sons, flertando com o progressivo, tão em voga naquele 1974 assim como com as raízes blueseiras do seminal Earth, (como a banda se chamava antes de adotar sua temática sombria). Foi também a primeira vez em que o Sabbath conseguiu arrancar elogios da crítica.

Ozzy Osbourne vivia o seu auge como vocalista, entregando melodias afiadas e interessantes, com muitas dobras e harmonias. Suas intervenções durante os improvisos do final de Sabbra Caddabra chegam a antecipar o que seriam os scratches de DJs que surgiriam com tanta força na década seguinte.

Tony Iommi despejava seus riffs em profusão, e Geezer Butler estava solto, enriquecendo as músicas com frases fantásticas, além de manter a cozinha sólida como uma rocha com Bill Ward. Além disso, arranjos de cordas, pianos, moogs, hammonds, sintetizadores e Spock Wall, ou Rick Wakeman, para os íntimos, trazendo uma cor completamente nova à sonoridade do grupo de Birmingham.

Um disco obrigatório e uma das capas mais legais de todos os tempos.

Destaques: A faixa título, Sabbra Cadabra e National Acrobat.

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