Arquivo para setembro, 2009

Sensacional quando…

Posted in Uncategorized with tags , , , on 30/09/2009 by Kilminster

– Você descobre que o cara sério que senta na sua frente no trabalho é presidente de um grupo de estudos de ufologia e que no site que ele mesmo mantém colocou uma enquete perguntando qual grau de contato você já teve com extraterrestres.

– Por circunstâncias totalmente alheias à sua vontade você se vê obrigado a acordar em uma hora mais adequada a ir deitar.

– Você descobre que o cara que senta do seu outro lado no trabalho fala sozinho. E não só isso, ele fala em um idioma que ele próprio inventou.

Para alegrar o dia.

Posted in Sons, Tem Que Ouvir with tags , on 25/09/2009 by Kilminster

Dear Prudence

Dear Prudence, won’t you come out to play
Dear Prudence, greet the brand new day
The sun is up, the sky is blue
It’s beautiful and so are you
Dear Prudence won’t you come out to play

Dear Prudence open up your eyes
Dear Prudence see the sunny skies
The wind is low the birds will sing
That you are part of everything
Dear Prudence won’t you open up your eyes?

Look around round round
Look around round round
Oh look around

Dear Prudence let me see you smile
Dear Prudence like a little child
The clouds will be a daisy chain
So let me see you smile again
Dear Prudence won’t you let me see you smile?

Dear Prudence, won’t you come out to play
Dear Prudence, greet the brand new day
The sun is up, the sky is blue
It’s beautiful and so are you
Dear Prudence won’t you come out to play

O Mar

Posted in Olhares, Viagens with tags , , on 23/09/2009 by Kilminster

Das minhas janelas vejo o mar. Não o mar líquido. Vejo o mar sólido de metal e concreto.

Vejo seu movimento de ondas lineares que não avançam e recuam com as marés, mas que vem e vão em movimentos lineares, por vezes serpenteando em seus canais negros.

Ao cair da noite, não é negro como o mar de água, mas se colore de luzes em milhares de pontos amarelos, brancos, vermelhos e verdes. É quando seu movimento fica mais evidente, e mais bonito.

O vidro da janela o faz silencioso, quase tranquilo, mas a aproximação revela seu caos de infinitos sons e músicas, docemente enlouquecendo aqueles que nele mergulham.

Somente imersos em suas profundezas é que podemos encontrar seus encantos e seus tesouros. Não é óbvio. Requer ciência para compreender sua beleza. Por isso mesmo são infinitas suas recompensas.

No mar nos perdemos todos os dias e acompanhamos seu eterno movimento. No mar vai a vida. No mar vamos nós.

Pick up yours…

Posted in Olhares, Viagens on 23/09/2009 by Kilminster

Ou pensa, ou repete.

Ou entende, ou escorrega.

Ou lê nas entrelinhas, ou obedece.

Ou olha para os dois lados, ou é atropelado.

Ou sabe, ou grita.

Ou argumenta, ou xinga.

Ou enxerga, ou esbraveja.

Ou aprofunda, ou morre na praia.

Homeless

Posted in Viagens on 19/09/2009 by Kilminster

Saudades dos meus livros, das minhas músicas. Saudades do espaço, do tempo. Saudades da sozinhez, do silêncio, do escuro. Saudades dos aromas, dos sabores. Saudades da TV desligada, da música soando, do nada fazer. Saudades do relógio próprio, dos acordes encadeados ao acaso, dos improvisos sem razão. Saudades da desconexão, do desalinho, da meditação. Saudades do que é e do que nunca deveria ser e da batalha de todo sempre. Saudades do café forte, das tardes perdidas e dos chocolates amargos.

4000

Posted in Viagens on 17/09/2009 by Kilminster

Quanto tempo leva para passar quatro mil dias?

Leva, é claro 4000 dias. Ou 96000 horas, ou ainda 10,958904109 anos.

De qualquer modo é muito tempo. Um tempo maior do que talvez devesse ser, ou talvez apenas uma parte de um todo maior.   

Em quatro mil dias dá para acontecer muita coisa. São quase três mandatos presidenciais, duas Copas Do Mundo, duas Olimpíadas, dez Campeonatos Brasileiros…

Em quatro mil dias tantas coisas podem mudar tanto a pondo de no dia 4000 não conseguirmos lembrar como eram no primeiro.

Quatro mil dias atrás celulares eram enormes e caríssimos, não existiam MP3 e IPods, computadores eram lentos e de pouca memória e a glória era conseguir gravar coisas em CDs.

Quatro mil dias são um tantão de tempo.

Back In Black

Posted in Tem Que Ouvir with tags , , , , on 16/09/2009 by Kilminster

Disco que marca a volta do AC/DC e a estréia do vocalista Brian Johnson, meses depois da morte do carismático Bon Scott, este é um exemplar que vem representar toda uma discografia. Enquanto bandas e mais bandas se esfalfam para acdc_back_in_blackserem as mais rápidas, mais alternativas, mais virtuosas, mais pesadas e mais cabeçonas, o AC/DC faz o som que gosta e se enquadra na categoria dos “mais legais”.

É tudo básico. Simples direto, sem rodeios e sem frescuras. Bateria e baixo retos e concisos, guitarras monstruosas e vocais metálicos e rasgados. Os riffs são diretos e cortantes, o ritmo tem um balanço cafajeste, as levadas despejam testosterona e a produção do disco cheira a cerveja.

É diversão da primeira a última faixa, para ouvir sem pular nenhuma. Clássico encima de clássico em uma aula de rock and roll. Deveria ser matéria obrigatória nas escolas.

Destaques: Só para não ficar no óbvio ululante, ”Rock And Roll Ain’t Noise Pollution”, “Hells Bells” e a maravilhosa “Let Me Put My Love Into You”.