Dentre as coisas no mundo que poderiam ser abolidas, a segunda-feira pela manhã é uma forte candidata. Quem é que merece de fato ter que acordar cedo para trabalhar depois de um fim de semana de descanso e diversão… Ah! Que chatice.
A semana deveria começar na segunda-feira após o almoço. Aí sim! Todos aproveitariam melhor o domingo, não teriam chiliques ao ouvirem a musiquinha infeliz do Fantástico e poderiam assistir aos filmes do Van Damme que a Globo põe no ar quase meia-noite.
Aí, na segundona, acordaríamos mais tarde, tomaríamos um café da manhã mais longo e substancial, levaríamos o cachorro para passear, daríamos um jeito na bagunça, tomaríamos aquele banho, comeríamos alguma coisa e aí sim sairíamos para a vida.
As coisas continuariam todas como são, mas pelo menos não teríamos acordado naquele bode típico dos começos de semana. Chegaríamos no trabalho mais ou menos às 13:00 sabendo que em poucas horas iríamos embora e pronto. As pessoas seriam muito mais felizes.
Seguindo este raciocínio, as sextas-feiras poderiam ser reduzidas também à metade, só que a metade da tarde. Trabalharíamos o período da manhã e já sairíamos para almoçar e ir embora.
Pense que interessante, happy hours ao meio-dia, almoços com chopp, chegar em casa com o dia claro, ter tempo para arrumar tudo antes de engatar a diversão no fim de semana, preparar jantares para os amigos que chegarão à noite e tirar uma soneca para depois varar a madrugada.
Isso já ia fazer da quinta-feira um dia mais feliz, porque na sexta é só um pouquinho mesmo…
Não sei por que cargas d’água não implantamos este sistema no mundo todo. Ia ser bem mais legal. Mais tempo para a vida e menos encheção de saco para todos. Opa! Dá até slogan de campanha. Será que se eu me candidatar com essa plataforma serei eleito?
Liderado pelos vocais agudos e energéticos de James Dean Bradfield este disco se não tem o impacto de “Holy Bible”, é praticamente uma síntese da obra dos Galeses. Os riffs inventivos, as melodias sofisticadas, os arranjos com alta carga dramática e os refrãos que explodem grudando na cabeça na primeira audição. Isso sem falar nas já tradicionais letras politizadas.